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Blog da Rezzú

Por Rezzú Soluções 20 de janeiro de 2026
Em momentos de pressão de caixa, muitos devedores pedem repactuação, reunindo parcelas vencidas e vincendas em um novo plano. Para o credor, isso pode ser ótimo — desde que o acordo seja bem amarrado. Os riscos de um acordo fraco são conhecidos: inadimplência repetida, discussões sobre saldo, ausência de garantias e dificuldade para executar. Pontos que normalmente merecem atenção técnica: confissão de dívida com valor, origem e metodologia de cálculo regras claras de vencimento antecipado e consequências do atraso definição objetiva de garantias (quando aplicável) formalização dos pagamentos e meios aceitos, com comprovação A repactuação não deve ser “um favor”; deve ser uma solução estruturada para recuperar o crédito com previsibilidade.  Quando o acordo é tecnicamente correto, o credor aumenta a chance de adimplência e preserva o caminho judicial se precisar retomar a cobrança.
Por Rezzú Soluções 20 de janeiro de 2026
Na cobrança judicial, não vence quem “fala mais alto”; vence quem prova melhor. Em períodos de mudanças tributárias e operacionais, é comum o credor ter ruídos de documentação: contratos incompletos, aditivos perdidos, notas e comprovantes espalhados. O resultado é previsível: mais espaço para contestação, mais incidentes e mais demora. Uma preparação prática para fortalecer a cobrança judicial: cadeia documental do crédito (contrato, aditivos, aceite, entregas, cobrança) demonstrativo do débito com critérios claros (principal, correção, juros, multas) comprovação de tentativas extrajudiciais (para estratégia e narrativa do caso) Não é “burocracia”. É eficiência. Um dossiê bem montado reduz objeção, encurta discussão e dá segurança para decidir: executar, monitorar, negociar ou garantir. Se o seu jurídico depende de documentos que o financeiro não entrega com padrão, a transição tributária só amplia o problema.  A solução é método: rotina, checklist e rastreabilidade.
Por Rezzú Soluções 20 de janeiro de 2026
Quando o cenário muda, o devedor muda junto: ele compara, adia, pede “um prazo” e tenta reduzir a parcela. Nesse contexto, a cobrança extrajudicial precisa de duas coisas: dados confiáveis e mensagem objetiva. Para credores, o ganho mais rápido costuma vir de ajustes simples: conferir cadastro e canais (telefone, e-mail, WhatsApp) reduzir mensagens genéricas e aumentar contexto (contrato, referência, vencimento, opções) trocar “ameaça” por clareza: dívida, caminhos de pagamento e prazo Uma abordagem que costuma performar melhor: contato inicial curto e assertivo, com identificação do credor e do débito segunda tentativa com proposta concreta (entrada e parcelas) terceiro contato com aviso formal de próximos passos (sem agressividade) O credor que domina o básico: dados, cadência e proposta, tende a recuperar mais, mesmo em fase de transição econômica.  E isso vira vantagem competitiva: quem recebe bem, reinveste e cresce.
Por Rezzú Soluções 20 de janeiro de 2026
Em períodos de mudança tributária, é comum o mercado viver ajustes de preço, margens e fluxo de caixa. Para o credor, isso costuma aparecer como aumento de atraso, pedidos de renegociação e mais “desculpas” no contato. O erro clássico é reagir com duas estratégias ruins: afrouxar demais e perder tração de recebimento apertar demais e virar conflito, reclamação e ruptura Uma régua extrajudicial bem montada combina firmeza com previsibilidade. Boas práticas que tendem a elevar acordos: segmentação por perfil (cliente recorrente, primeira compra, alto ticket, histórico de atraso) mensagens objetivas com proposta clara (entrada + parcelamento + vencimentos) prova de organização do credor: detalhamento do débito e canais de negociação A Reforma Tributária não é “desculpa” para não pagar, mas pode bagunçar orçamento de quem já estava no limite.  O credor que estrutura a régua, registra tentativas e negocia com método normalmente recupera mais — e com menos desgaste.
Por Rezzú Soluções 20 de janeiro de 2026
Na prática, a Reforma Tributária exige algo simples (e raro): dados financeiros consistentes. Com a reorganização de tributos em modelos como CBS e IBS, cresce a necessidade de integrar corretamente fiscal e financeiro, evitando que o credor opere “no escuro”. O risco não é só contábil. É operacional: faturamento lançado de um jeito, recebimento baixado de outro centros de custo “genéricos” que não explicam margem DRE bonito, mas caixa apertado O caminho mais seguro é tratar a transição como projeto de governança: Revisar plano de contas e categorias financeiras Padronizar documentos e critérios de baixa (nota, contrato, boleto, pix, cartão) Montar uma rotina de fechamento com conferência (recebível x extrato x fiscal) O credor que ajusta isso agora ganha duas coisas: clareza de margem e controle do contas a receber, que é onde mora o dinheiro.  BPO financeiro não é “terceirizar boleto”; é garantir que a operação financeira aguente o novo cenário sem travar.
Por Rezzú Soluções 20 de janeiro de 2026
A Reforma Tributária traz mudanças que tendem a mexer diretamente na previsibilidade do caixa. Um dos pontos mais comentados é o split payment — mecanismo em que o recolhimento do tributo pode ocorrer de forma mais automática no momento da liquidação da transação, reduzindo espaço para atrasos e inconsistências. Para o credor, o impacto real aparece no dia a dia: conciliação, baixa de recebíveis, visibilidade de valores líquidos e reconciliação entre faturamento, impostos e recebimento efetivo. Quando o financeiro não está organizado, a empresa até “vende”, mas começa a sentir ruído no caixa — e ruído em caixa vira inadimplência em cadeia. O que vale colocar de pé desde já: Conciliação diária com regras claras de baixa e divergência Separação entre valor bruto, tributos e valor líquido no controle do contas a receber Rotina de fechamento com trilha de auditoria (quem baixou, quando, por qual base) Um BPO financeiro bem estruturado ajuda a transformar essa transição em rotina: menos “surpresa”, mais governança e um contas a receber que sustenta decisões.
Por Rezzú Soluções 4 de dezembro de 2025
A indústria da construção civil entrou oficialmente em zona de atenção máxima . Nas últimas semanas, um ponto técnico — mas com impacto direto no bolso — acendeu o sinal vermelho nas áreas financeira e fiscal das construtoras do país: a consolidação da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a base de cálculo do ISS . Traduzindo para a vida real: o que pode ou não ser excluído do cálculo do imposto mudou , e quem não se adaptar rápido corre sério risco de sofrer: autuações com valores altos; multas e juros retroativos; aumento inesperado do passivo tributário; impacto direto no fluxo de caixa do empreendimento. Para um setor que já lida com margens apertadas, prazos longos e forte pressão regulatória, qualquer deslize fiscal vira uma bomba-relógio silenciosa . O que o STJ decidiu — e por que isso importa tanto. No julgamento do REsp 1.916.785/RS , o STJ reforçou que os materiais aplicados ou incorporados à obra podem ser excluídos da base de cálculo do ISS — desde que haja comprovação técnica e documental . Parece simples, mas não é. O tribunal deixou claro que: Não basta dizer que o material foi usado ; É obrigatório comprovar , com notas, medições, memorial descritivo, ARTs e documentação organizada; Sinais de inconsistência podem justificar cobrança retroativa. Ou seja: quem não tem lastro documental está vulnerável. E aqui está o ponto que mais preocupa: Muitas construtoras até aplicam corretamente os materiais na obra — mas não têm a documentação rastreável exigida pela fiscalização. Resultado? Autuação na veia. Por que isso preocupa o financeiro das construtoras A área fiscal não trabalha mais isolada. Hoje, qualquer erro tributário vira um problema financeiro , que afeta: orçamento das obras; capacidade de investir; pagamento de fornecedores; credibilidade com bancos e investidores; projeções de repasse e fluxo futuro. O financeiro precisa assumir o papel de primeira linha de defesa . A questão é que boa parte das empresas ainda opera com processos manuais, documentação descentralizada, baixa governança e ausência de rotina de auditoria preventiva. E é justamente aqui que muitas estão deixando dinheiro na mesa — ou pior: assumindo riscos sem perceber. O erro mais comum: achar que “sempre fizemos assim” é o suficiente A maturidade fiscal do setor subiu. A fiscalização mudou de patamar. Os tribunais estão consolidando entendimentos técnicos. Mas a maioria das construtoras continua operando como em 2015. O resultado é previsível: Autuações que começam pequenas e se desdobram em milhões no final do processo. E quase sempre por falhas básicas: Documentação incompleta; Registros fiscais mal organizados; Falta de rastreabilidade dos materiais incorporados; Contratos sem critérios claros; Provisões mal classificadas; Falta de auditoria contínua. Isso tudo é evitável. Como se proteger — e evitar prejuízos desnecessários A Rezzú tem acompanhado de perto o movimento do STJ e as mudanças de postura das prefeituras. Com base nesse cenário, listamos os 5 pilares que salvam construtoras de tomarem autuações caras e evitáveis : 1 - Organize a rastreabilidade dos materiais Tudo o que é comprado, aplicado e incorporado precisa estar documentado ponto a ponto. Sem isso, a exclusão da base do ISS simplesmente não se sustenta. 2 - Adote uma rotina de auditoria preventiva Esperar a fiscalização bater à porta é a receita perfeita para o desastre. Auditorias mensais ou trimestrais identificam falhas antes que elas virem multas. 3 - Revise contratos e memórias de cálculo A maioria das inconsistências nasce na etapa contratual. Cláusulas mal escritas = interpretações divergentes = risco. 4 - Consolide o histórico fiscal de cada obra Cada empreendimento deve ter seu “dossiê fiscal”, com tudo registrado, versionado e disponível. 5 - Integre Jurídico + Financeiro + Fiscal Departamentos que não conversam são o maior inimigo da conformidade. Como a Rezzú apoia construtoras nesse novo cenário Com a consolidação do entendimento do STJ, o setor precisa entrar em um ciclo de governança, previsibilidade e documentação forte . A Rezzú apoia isso por meio de: BPO Financeiro especializado para construtoras e incorporadoras ; Auditoria fiscal e tributária recorrente ; Organização e rastreabilidade documental das obras ; Revisão técnica de contratos e memoriais de cálculo ; Prevenção de autuações e projeções de passivos ; Integração entre dados financeiros, jurídico e fiscal . Nosso foco é simples: blindar o caixa, reduzir riscos e aumentar a segurança operacional das construtoras. Conclusão: 2025 é o ano em que o setor precisa amadurecer fiscalmente A construção civil entrou numa fase em que crescimento exige governança . Não basta vender bem. Não basta executar bem. Não basta repassar bem. É preciso: comprovar; registrar; rastrear; prevenir. O novo cenário tributário não é uma ameaça — é um alerta. Quem ajusta agora sai na frente. Quem ignora vai pagar a conta com juros, multa e dor de cabeça. A Rezzú está aqui exatamente para isso: transformar complexidade fiscal em segurança operacional .
Por Rezzú Soluções 19 de novembro de 2025
A inadimplência estudantil não é apenas um número no relatório financeiro. Ela é um reflexo direto da experiência do aluno, da clareza da comunicação e da maturidade da gestão. Em muitos casos, o atraso no pagamento não começa por falta de dinheiro, mas por falta de vínculo, medo de contato ou sensação de abandono. O futuro financeiro de uma instituição depende da forma como ela decide agir diante dos primeiros sinais. E decidir bem é, hoje, o diferencial competitivo das instituições que crescem com estabilidade e reputação. Cada contato, cada mensagem e cada abordagem define o rumo da relação com o aluno e a velocidade com que a instituição recupera receita sem perder credibilidade. Por que a inadimplência cresce antes do atraso Muito antes do primeiro boleto vencer, o aluno já dá sinais. Respostas lentas. Ausência nas aulas. Redução no engajamento. Mudança no tom de conversa. Esses padrões antecedem o atraso financeiro. Quando a instituição ignora esses sinais, ela trata o problema tarde demais. Instituições de alta performance trabalham com visão preventiva: identificam risco antes que ele vire evasão e atuam com comunicação humanizada, não sob pressão. O que impede decisões inteligentes sobre cobrança Mesmo com tecnologia disponível, muitas instituições continuam presas ao modelo reativo. Falta clareza sobre os dados que realmente importam. Falta integração entre financeiro e acadêmico. Falta metodologia para interpretar sinais comportamentais. E, principalmente, falta uma visão humanizada do aluno como pessoa e não apenas como um número em atraso.  O resultado é sempre o mesmo: uma carteira pesada, dificuldade de recuperação e evasão crescente. Como transformar cobrança em permanência A mudança começa quando a instituição entende que a cobrança não é sobre boleto. É sobre pertencimento. Uma comunicação clara, acolhedora e estratégica reduz a resistência, aumenta respostas e acelera acordos. O aluno que se sente visto tende a permanecer. O aluno que se sente pressionado tende a desistir. Esse é o ponto onde a tecnologia encontra a sensibilidade humana. Se sua instituição quer reduzir inadimplência com inteligência e fortalecer permanência, a Rezzú ajuda a construir uma régua de comunicação que respeita o aluno e gera resultados reais.
Por Rezzú Soluções 19 de novembro de 2025
A inadimplência estudantil não começa no boleto atrasado. Ela começa no silêncio do aluno. No desconforto em pedir ajuda. No medo de ser cobrado de forma dura. É um risco que cresce devagar e se instala sem fazer barulho, até comprometer seu caixa. Onde está o risco silencioso que quase ninguém percebe Quando a instituição trata inadimplentes como números, perde a chance de entender comportamentos. Alunos em risco mostram sinais antes de sumir: respostas curtas, atrasos recorrentes, mudança de tom, quebra de acordos. Sem leitura correta, a evasão vira consequência inevitável. Como identificar antes que a dívida vire desistência Se o aluno evita contato, ignora mensagens ou quebra acordos frequentes, ele não está só inadimplente. Ele está se afastando emocionalmente. Esse é o ponto crítico onde muitas instituições perdem alunos que poderiam ser recuperados com uma conversa certa. Oportunidades que sua instituição perde sem perceber Cada aluno que sai leva consigo receita, reputação e potencial de recomendação. A comunicação certa reduz a inadimplência, aumenta a retenção e protege o posicionamento da instituição no mercado.  A abordagem humanizada da Rezzú identifica esses padrões com precisão. Ela cria proximidade, reduz resistência e transforma desconforto em diálogo. Uma conversa bem conduzida recupera mensalidades e salva alunos que estavam prestes a evadir. Quer recuperar alunos e fortalecer seu fluxo de caixa? A Rezzú faz isso por você, vamos conversar?
Por Rezzú Soluções 19 de novembro de 2025
O comprador de um imóvel não desiste de um contrato da noite para o dia. A decisão de romper começa discretamente: respostas curtas, atrasos pequenos, justificativas repetidas. Quando o distrato chega, o problema já estava ali há semanas.  No mercado imobiliário, decidir cedo é o que separa operações saudáveis de carteiras instáveis. O que define o futuro de um empreendimento não é apenas a qualidade da obra, mas a maturidade com que a incorporadora lida com inadimplência e comportamentos de risco. Por que o comportamento fala antes do boleto A inadimplência é emocional antes de ser financeira. O comprador sente medo de perder o imóvel, vergonha de admitir dificuldades e receio de ser pressionado. Quando não encontra abertura para diálogo, ele se afasta. Empresas que leem comportamento antecipam risco e salvam contratos antes que o prejuízo chegue. O que impede decisões inteligentes no imobiliário O erro mais comum é tratar todos os inadimplentes como iguais. Outro é esperar atrasar para agir. A ausência de comunicação estratégica cria um ciclo de tensão e silêncio. O comprador para de responder, a incorporadora endurece e o relacionamento se rompe. Operações modernas usam dados, comportamento e tom consultivo para evitar esse desgaste. Quando a comunicação muda, o resultado muda Conversas humanizadas geram segurança. E segurança gera permanência. Quando o comprador percebe que existe clareza, opções reais e respeito, ele volta para a negociação, mesmo quando está com dificuldade. Se sua incorporadora quer reduzir inadimplência e evitar distratos, a Rezzú estrutura estratégias de comunicação que fortalecem vínculos e preservam contratos.
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